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Igreja e Fundação fazem acordo sobre patrimônio e divergem em casa paroquial

Matéria publicada em: 30/05/2012 às 22:47

Com a presença de dezenas de fiéis na frente do Fórum “Juiz Alberto Veras”, no centro da cidade de José de Freitas, foi realizada na manhã desta quarta-feira (30), a audiência de conciliação entre a Diocese de Campo Maior e a Fundação Cândida Figueiredo Cunha, referente à ação de retificação e restauração do patrimônio de São Francisco.

O processo foi impetrado pela Fundação Cândida Cunha, há pelo menos oitos anos junto a Justiça. A entidade filantrópica requereu a guarda do patrimônio do santo, composto pela igreja, seis pontos de aluguéis e pela Fazenda São José, que até então, eram administrados pela Paróquia de Nossa Senhora do Livramento.

Na audiência, ficou acordado entre a igreja, que no ato foi representada pelo bispo Dom Eduardo Zielski, e pela Fundação Cândida Cunha, representada no momento, pela advogada Maria Amy Sousa Muniz, que a partir de agora, todos os bens e a arrecadação financeira do patrimônio, ficará sob a gerência da fundação.

No acordo, também ficou determinado que a Fazenda São José ficará a cargo da entidade,  que se comprometeu ainda, em realizará uma assembleia geral nos próximos trinta dias para apresentar uma alternativa sobre o destino da sede da Casa Paroquial. No final, a fundação também se comprometeu a proceder a reforma completa da Igreja de São Francisco.

Logo depois da audiência, Dom Eduardo falou que não abre mão da residência oficial do padre, que segundo ele, foram investidos naquele local, dinheiro da venda da antiga casa paroquial, além de doações provenientes de organizações italianas, ou que, a atual casa paroquial fique sob o regime de comodato por um período de 99 anos.

Durante a toda a manhã, dezenas de católicos protestaram com a reza do terço e cânticos em louvor a São Francisco na igreja matriz. Um esquema de segurança foi montado pela Polícia Militar, sob o comando do Capitão Augusto, a pedido do juiz da comarca, Lirton Nogueira Santos.

Por Junior Morais com a colaboração de Arimatheia Ferreira

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4 comentários adicionados em “Igreja e Fundação fazem acordo sobre patrimônio e divergem em casa paroquial”

  1. Cleber Cunha Disse:

    Acho que essa Fundação agora vai entrar na Justiça para pedir que se revogue a lei da gravidade. Pode parecer ironia, mas a meu ver tem coisa mais importante que se possa fazer pela sua terra do quê se ocupar com o patrimônio dos outros. Se durante toda a existência do referido a Paróquia foi capaz de geri o mesmo, não seria agora que não daria conta. “Morro e não vejo tudo”.

  2. carlito da cunha santos Disse:

    CLEBER CUNHA: gostei muito de sua inteligencia estou lhe convidando para se filiar na FUNDAÇÃO CANDIDA CUNHA para trabalhar em beneficio das pessoas carentes de Jose de Freitas-PI,
    BASTA ME PROCURAR.

    OBS. fui professor do primeiro e segundo grau, contador e advogado nesta nesta cidade.

  3. Cleber Cunha Disse:

    Prefiro a filantropia, Jesus Cristo disse: “Não saiba a tua mão esquerda o que a tua mão direita fez”. O resto é hipocrisia; também já fiz algo pela minha terra, fundei associação de moradores, uma das primeiras da cidade e que na época foi a ponte para a distribuição de leite a centenas de crianças necessitadas, fundei também juntamente amigos, o Sindicato dos Servidores Municipais de Jose de Freitas, entidade autêntica e bastante representativa, funções para as quais não almejei e não recebi nenhum tipo de pecúnia. Hoje não pertenço a nenhuma força política no município, atualmente sou filho não residente, mas quero visitar minha terra e não me estarrecer com absurdos.

  4. MAOMÉ Disse:

    MARRAPAZ, O PADRE FICO SEM TETO!

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