Rocha Construções
Matéria publicada em: 10/11/2013 às 16:20

Provas chegam 2 horas depois e concurso da Eletrobras deverá ser anulado

O repórter de um jornal flagrou, com exclusividade, a chegada das provas no Ginásio Estadual Álvaro Ferreira, no bairro Piçarra, na zona Sul de Teresina, às 3h5, uma hora e 55 minutos depois do horário em que deveria ser o início da aplicação das provas do concurso para cargos da Eletrobras Distribuidora do Piauí, marcado para às 2h50.

As provas chegaram levadas por um homem alto, acompanhado de Magda Sousa, sócia-proprietária da empresa EPL concursos.

Ela tentou e, conseguiu, que os candidatos fizessem as provas com mais de duas horas de atraso porque nas salas de aulas os fiscais não estavam em seus lugares.

Na confusão, pessoas que não estavam fazendo o concurso, mas tinham ido levar de volta os candidatos para suas casas, entraram no Ginásio Estadual Álvaro Ferreira porque os portões estavam abertos.

As provas chegaram com atraso de duas horas na Unidade Escolar Freitas Neto, no bairro Piçarreira, e com 30 minutos de atraso na Unidade Escolar Desembargador Robert Carvalho de Freitas, no bairro Mafrense, na zona Norte de Teresina.

Os candidatos ficaram revoltados porque muitos saíram de municípios do interior do Piauí para fazer as provas do concurso de auxiliar de administração da Eletrobras chegaram no horário e ficaram esperando as provas e os organizadores para poder explicar o que estava de fato ocorrendo.

“Houve atraso por problemas de logística. O atraso na Unidade Escolar Robert Cardoso Carvalho Freitas. Estou reconhecendo que estamos chegando aqui (Ginásio Estadual Álvaro Ferreira) agora (às 15h), mas ninguém ainda saiu das provas para passar gabarito”, falou Magda Sousa.

O concurso pode ser anulado pelas falhas na aplicação das provas.

Lívia Holanda, de Picos, afirmou que vai entrar com ação da Justiça para o pagamento do ressarcimento de seus gastos.

“Estou vindo de Picos, cheguei no horário certo para fazer as provas, que nunca chegaram”, declarou Lívia Holanda.

Núbia Carvalho,de Ipiranga do Piauí, Odete Pinheiro, Osmar Teixeira Moura afirmaram que as provas deveriam ter sido aplicadas a partir das 13h50.

“Quando chegamos nas salas de aulas, não encontramos provas ou fiscais”, falou Oziel de Miranda Santos, que viajou de Rio Grande do Piauí para fazer o concurso da Eletrobras.

Os candidatos afirmaram que depois de tanta confusão e conflitos estavam abalados psicologicamente e seriam prejudicados na hora de responder as provas.




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